Resenha: O Labirinto dos Ossos

Primeiramente, antes de tudo, eu quero agradecer aos nossos dois seguidores – uhuu – e os likes na página. E, para ficarem um pouco por dentro, quem está aqui é a excelentíssima Lyne, que, infelizmente, estava viajando e não pode postar antes. Desde já, as minhas sinceras desculpas.

Sinopse:
Imagine se você descobrisse que faz parte de uma família de personalidades que mudaram a história. E imagine se, no minuto seguinte, você tivesse que escolher entre herdar um milhão de dólares ou a primeira de 39 pistas para encontrar o maior tesouro do mundo. Essa é a decisão que os órfãos Amy e Dan Cahill devem tomar em apenas cinco minutos. Os irmãos queimam seus cheques e se lançam na busca das 39 pistas. O que eles nem imaginam é que seus maiores inimigos serão os próprios Cahill, uma família dividida em clãs e capazes de qualquer trapaça para chegar ao tesouro.

Título original: The Maze of Bones
Autora: Rick Riordan
Editora: Ática
Páginas: 240
Gênero: fantasia
Lançamento: 2008 (no Brasil, em 2009)
Nota:




ATENÇÃO! Pode conter spoilers.


O labirinto dos ossos, primeiro volume da série The 39 Clues, escrito pelo autor Rick Riordan e lançado no Brasil pela editora Ática.

Resenha:
Oi, gente da Terra. Vim com uma exclusividade excelente da literatura: O labirinto dos ossos. Não sei ao certo o que me levou a ler este livro, principalmente por preferir ficção, mas seja lá o que for, o resultado foi ótimo. Antes, eu já tinha lido outros livros do tio Rick (♥) e posso dizer que este é tão bom quanto. Eu o encontrei online, no site da Karina e não me arrependo de ter lido. É cativante, emocionante, meio dramático e com um toque de comédia, como todo livro do Rick. Ao pesquisar mais sobre a série, uma coisa me chamou a atenção: cada livro é escrito por um autor ou até mesmo uma dupla, mas nunca o mesmo respectivamente. E ler por vários pontos de vistas, nos aproximamos ainda mais dos personagens, sempre nos identificando com alguma coisa.

"Dan Cahill achava que tinha a irmã mais chata do planeta. E isso foi antes de ela botar fogo em 2 milhões de dólares."

Bem, Amy e Dan são irmãos completamente diferentes – isso fica mais claro em Cahill vs. Vesper, a segunda temporada. Enquanto Amy é tímida e tenta ficar longe dos olhares, sempre preferindo a companhia dos livros, Dan é totalmente o contrário: birrento, nada tímido e odeia pesquisas, além de ser fã de colecionar qualquer cacaria que encontra, isso inclui inscrições de túmulos.

Logo no início, o mistério é enorme, nos incentivando a continuar lendo até saber do que se trata o testamento de Grace Cahill, avó dos dois irmãos e a única família de verdade que eles tinham. Quase toda a família Cahill comparece para a leitura do testamento, mas acabam decepcionados: a senhora deixou uma competição, sendo a "herança" a primeira de 39 pistas que levariam ao maior tesouro da Terra; além de um milhão de dólares para quem não quisesse participar da competição.

"Amy pegou o comprovante de Dan. Eles andaram até a mesa juntos e ela pegou o isqueiro do senhor McIntyre. — Vamos participar — ela disse, e transformou 2 milhões de dólares em fumaça."

Ao longo da leitura, percebemos a falta que ambos os irmãos sentem dos pais e como se sentem em relação a serem criados por uma tia-avó megera que apenas contrata babás – ops, desculpe, au pair – para tomar conta dos dois Cahill. Junto com a atual au pair, Nellie Gomez, embarcam para Paris, seguindo a primeira pista que tem a ver com Abrahan Lincoln, mesmo que Nellie leve um tempo para saber da confusão em que fora metida.

Com uma narrativa rápida mas envolvente, como bem conhecem aqueles que já leram algum livro de Rick Riordan, nós acompanhamos de perto os momentos em que descobrem mais pistas e os que caem em armadilhas pregadas pelas outras equipes da família (que se dividem pelos clãs: Lucian, Ekaterina, Tomas e Janus). Como Dan e Amy eram o prediletos da senhora Cahill, são alvos de várias tentativas de assassinatos, intrigas e traições, fazendo-nos vibrar a cada momento.

Descobrimos, junto com Amy e Dan, que a maioria das pessoas influentes do mundo – e que influenciaram o mundo – são Cahill e pertencem a um clã da família. Durante a leitura, descobrimos um pouco sobre os quatro clãs e suas personalidades, emboras não possamos adivinhar para qual Amy e Dan pertencem.

Com o final, sabemos que essa caça ao tesouro será mais difícil do que imaginávamos. Nos deixando no enorme suspense, Rick encerra o livro com apenas uma dica para a próxima pista: tem a ver com Mozart. Amy, de 14 anos e Dan, de 11, embarcam em mais uma de muitas viagens atrás das pistas e mesmo sendo, aos olhos dos outros jogadores, os competidores de menor chance – são crianças sem dinheiro, influências e sem clã –, nos surpreendem ao descobrir as pistas de maneira notavelmente interessantes.

E vocês? Já leram alguma obra da coleção (enooorme) da família Cahill? O que acharam?

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