20.1.15

Resenha: O Destino do Tigre

Bom, temos aqui a primeira resenha e segunda postagem do Império Imaginário. Primeiramente, gostaria de agradecer aqui todas as visitas que o blog já teve e todos os dois seguidores. É com a ajuda de vocês que contamos.
Créditos pela foto: Psychobooks

Sinopse:
Kelsey, Ren e Kishan sobreviveram a três aventuras dramáticas e muitas provações. Mas, antes que possam partir na busca pelo último presente da deusa Durga, têm que enfrentar o feiticeiro Lokesh em seu próprio território. O vilão sequestrou Kelsey e já detém o poder de três amuletos. Ela precisa escapar de suas garras para quebrar a maldição do tigre, libertando seus amados príncipes. Esse, porém, é apenas o início da história em que escolhas difíceis e decisivas devem ser feitas por todos. O elemento principal é o fogo, e em meio a lava, demônios, animais fantásticos e zumbis, o trio enfrenta seu derradeiro desafio. O caminho é arriscado e cheio de reviravoltas potencialmente fatais. Só uma coisa é certa: ninguém pode fugir de seu destino. 



Título original: Tiger's Destiny
Autora: Colleen Houck
Editora: Arqueiro
Páginas: 400
Gênero: fantasia, aventura, romance
Lançamento: 2013
Nota:



ATENÇÃO: Pode conter spoilers!


O Destino do Tigre, quarto volume da série A Maldição do Tigre, escrito pela autora Colleen Houck e lançado no Brasil pela Editora Arqueiro.

Resenha: Bom, o certo seria eu começar pelos primeiros livros, mas, de toda a série, esta obra foi a que mais me cativou.
Depois de ser sequestrada por Lokesh durante um ataque ao iate arranjado pelo Sr. Kadam, fato que ocorreu no final de A Viagem do Tigre, Kelsey se viu obrigada a fazer parte dos jogos do feiticeiro para, assim, ganhar tempo a fim de que Ren e Kishan conseguissem salvá-la das garras do demônio que exige da garota um herdeiro capaz de combinar os poderes dos dois. Depois do resgate, os três precisam ir atrás do último presente da deusa Durga e finalmente quebrar a maldição que, há anos, aprisiona os dois príncipes indianos.

Instintivamente, eu sabia que bancar a donzela em perigo não funcionaria. Para vencer Lokesh em seu jogo, eu deveria me tornar algo que não era - uma mulher forte, bonita, poderosa e segura de si. Página 15.



A história é narrada em primeira pessoa, o que eu gosto bastante pois, na minha opinião, permite ao leitor um envolvimento maior com o personagem em questão, dando uma oportunidade de se colocar no lugar do personagem principal. Toda a narrativa é bem desenvolvida e, se você leu os livros que antecedem o Destino, vai entender muito bem o desenrolar da trama. A não ser que você tenha problemas com viagens no tempo.

O trio passa por diversas épocas, enfrenta diferentes seres, como a Fênix reproduzida na capa, e conhece um pouco mais sobre a história e o nascimento da deusa Durga, a conhecendo quando ainda era uma jovem e não sabia de seu futuro.

Apesar de ser completamente apaixonada pela escrita de Houck, o único motivo para eu dar quatro estrelas à essa obra é o mesmo que o de várias outras pessoas. Uma coisa que me cansa a leitura é o triângulo amoroso presente desde o primeiro livro da saga. O romance é indispensável nos livros da série, mas quando você acha que tudo vai se resolver entre um casal e finalmente a ação vai começar, Kelsey volta para a mesmice de colocar seus sentimentos pelos dois irmãos à tona e complica mais ainda quando resolve brincar com seus tigres e isso me fez "empacar" em certo ponto da leitura.

Engoli em seco. Eu sempre pensara em "me oferecer de boa vontade" a alguém que eu amasse de verdade e que também me amasse. Não fazia muito tempo eu tivera o privilégio de escolher se essa pessoa seria Ren ou Kishan. Eu havia escolhido Kishan, mas nada disso importava agora. Eu estava totalmente sem opções. Página 32.

Mas assim como é normal que haja certas partes que não gostemos, também tem aquelas que ficamos com vontade de ler, reler e reler. Isso acontece comigo nas partes de ação - que Colleen faz questão de sempre agradecer ao irmão, Jared, pelas cenas de batalha cheias de demônios, zumbis, animais extraordinários e vários outros seres sobrenaturais nos agradecimentos do final do livro. Nós também lhe agradecemos, Jared.

- Se você fizer o seu melhor, um dia pode ser mais satisfatório que uma vida inteira desperdiçada. Página 157.

Infelizmente, eu tenho o grande problema de julgar um livro pela capa e morro de vergonha por admitir isso, mas a capa desse livro me conquistou e eu fiquei um bom tempo a observando antes de começar a leitura - assim como aconteceu com os outros livros da série. No decorrer da história vocês verão que a relação capa-história é notável. O que mais me dói em admitir é que eu achei alguns errinhos de português, mas nada que venha a interferir na história.

Eu mal havia começado a ler O Destino do Tigre e já estava chorando, pois os dramas começam antes mesmo do capítulo 10. Então, preparem uma xícara de café, uma poltrona bem confortável e, principalmente, seus lencinhos de papel, pois vocês vão precisar.

Agora é só esperar ansiosamente por O Sonho do Tigre, que, lamentavelmente, ainda não tem data de lançamento, mas que está previsto para esse ano. E esperar também pela série egípcia que Colleen já está a escrever e que, com certeza, fará sucesso.

E vocês? Já leram alguma obra de Colleen Houck? O que acharam?

2 comentários:

  1. Ooi *-*

    Nunca li nenhum livro da série e nem da escritora Colleen Houck, porém, depois dessa resenha, não me surpreenderia se me flagrasse, daqui um tempo, lendo um desses livros. u-u oasjaoas
    Beijos :*
    PS: Também julgo livros pela capa :$ Quem nunca ?! ><

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  2. Eu ainda não li nem o primeiro e nem o segundo. Fiquei com um certo receio na hora que disse do spoiler, mas não achei nada demais não. Não é nada que eu não soubesse HAHAHA.
    Uma pena que o triângulo amoroso existe assim e deixa a leitura arrastada e cansativa. Como você disse, vejo muita gente reclamar realmente.

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